Brilho no olho tem métrica?
O paradoxo que encurrala quem (ainda) acredita na educação
Tem um elefante na sala da educação sobre o qual precisamos falar.
De um lado, os profissionais da aprendizagem – quer seja no ambiente corporativo, universitário, escolar ou autônomos – desejam “acender a chama” de seus colaboradores e alunos.
Não há recompensa maior pra nós que trabalhamos com isso do que testemunhar o brilho nos olhos e a transformação real de quem é impactado pelo que fazemos.
A curiosidade genuína. A paixão por descobrir o mundo. A confiança em si. Parece que a vida volta a pulsar em quem retoma o poder de aprender.
Contribuir com nosso conhecimento, experiência e afeto para que vidas voltem a pulsar significa muito. Vale a pena levantar da cama por isso.
E é claro que, quando a pessoa retoma a confiança e o brilho nos olhos no aprendizado, ela começa a assentar os tijolos do seu crescimento pessoal e profissional.
Ela começa a conquistar um espaço que sempre foi dela, mas que estava obstruído. Novas oportunidades aparecem. Os caminhos se abrem.
Por outro lado, só brilho no olho não é suficiente: devemos mensurar os resultados, ou seja, provar que a educação está de fato acontecendo.
Institucionalmente isso recai sobre nós – quantificar, organizar, documentar, avaliar, metrificar.
(São os reflexos de uma burocracia gerencial e de tentativas de controle típicas da era moderna que eu adoraria que mudassem, mas que sabemos que não mudarão tão cedo)
Por mais que tentemos conciliar esses dois mundos – o brilho no olho dos aprendizes e o resultado palpável e quantificável –, andar nessa corda bamba nos deixa completamente exaustos.
E o problema não é ter que mensurar. O problema é medir o que não tem relevância alguma.
É aí que o elefante na sala aparece: a gente sabe reconhecer o brilho nos olhos e as pessoas se transformando – sentimos quando isso acontece –, mas na hora de quantificar os resultados da educação que tanto amamos, o que se mede é nota, horas de treinamento, “presença”, uso de LMS, número de artigos publicados, evasão… e mais um monte de métricas que, no fundo, não dizem nada.
Resolver esse descompasso não é simples, mas fato é que ele precisa ser encarado se quisermos acender a chama das pessoas.
Métricas criam realidades – o que se mede é o que, no fim do dia, é priorizado.
No Metaprompt, o método de aprendizagem que eu vou apresentar no Nibs 0→1, documentação e mensuração são partes integrantes do processo, mas as métricas são outras.
Brilho nos olhos pode ser medido. Transformação pode ser quantificada.
E o objetivo não é alimentar uma burocracia irracional, e sim tornar a aprendizagem pela descoberta escalável.
Inspirar as pessoas. Evidenciar o progresso. Mostrar que é possível.
No fim da contas, o propósito maior é ver mais vidas pulsando e mais descobertas significativas sendo feitas.
Descobertas que movem os aprendizes – e nós também.
Entre os dias 15 a 22 de abril, você é meu convidado para dar o primeiro passo no Metaprompt dentro do Nibs 0→1.
Ao longo de 7 dias, vou revelar tudo que você precisa para começar a encarar o elefante na sala da educação.
É gratuito e online. Inscreva-se aqui.



Animado aqui para conhecer o método Nibs de transformação!