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Avatar de Isadora Brogio Sauthier

Alexinho, você vem de “como não mudar de ideia depois de tantas coisas incríveis e desafiadoras vividas?” e eu vou de “como não amar Alex Bretas depois de aprender tanto, admirar e vislumbrar com o que ele se propõe a fazer?”

amei ver nossa fotinho, foi um momento muito especial, além de toda a experiência maravilhosa que foi viver o último Mol!

li algumas vulnerabilidades, vi a palavra epifania, vi também que botou reparo em algumas coisas rs, mencionou o mito da caverna de platão, a merda quentinha,

o mapa A³, e tô muito muito muito feliz que você vai abrir uma nova turma do Mol esse ano, e que vai ser também sobre lifelong learning, aprecio muito esse movimento seu!

quero muuuuito estar presente e já ativei a notificação do início das inscrições!

obrigada por “o futuro não é um lugar para onde estamos indo, e sim um lugar que estamos criando”, e “o caminho para o futuro não é encontrado, e sim construído, e esse ato muda tanto o destino quanto o realizador”

faz muito sentido e reverbera aqui 🧡✨

Avatar de Karla Veronika Tobar Fabro

Alex, minha relação com o tempo mudou profundamente depois que me tornei mãe, algo que imaginava como seria mas que vivê-lo me traz diariamente reflexões pessoais e profissionais. Entendo que a sociedade nos vende a falsa idéia de que quem tem tempo é desocupado e que quem não o tem é bem-sucedido, ao mesmo tempo que quando nos vemos privados do nosso tempo para poder fazer o que gostamos, queremos e precisamos, nos sentimos frustrados. A verdade é que como diria Ana Suy, não fomos ensinados a esperar e na pressa por viver tudo vamos nos atropelando e assim também atropelamos quem está a nossa volta. Vejo com frequência nos atendimentos clínicos que faço a grande dificuldade de mães e pais e não saber esperar e confiar no tempo dos seus filhos para seus aprendizados e descobertas, as intervenções são constantes com a boa intenção de querer ajudar e "ensinar" vão tirando a oportunidade e o espaço para as descobertas, a expliração e a própria construção da sua autonomia. Escuto muito que é difícil não intervir, o que é uma verdade, só que não se percebe é que nessa vontade de intervir no tempo do outro estamos tentando sanar a nossa ansiedade, como se isso fosse possível. Tenho buscado trazer como exercício para mim e para quem chega até mim a prática das escolhas conscientes, quanto mais alinhados estivermos com nossas intenções mais claras ficam essas escolhas e começar pequeno, nos ajuda a sair desse piloto automático da pressa em que tudo é para ontem. Talvez hoje não seja fácil poder fazer essas escolhas de forma mais consciente para muitos, despertar para essa possibilidade já pode ser um primeiro passo, um convite, como aqueles que as crianças nos fazem quando nos chamam para brincar, se nos dermos essa oportunidade podemos ter ainda mais trocas, explorar mais espaços a medida que vamos nos transformando. Adorei o texto e fiquei curiosa para saber mais sobre essa experiência toda com o tempo.

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